
70 – Pensamentos
mai 13
69 – Voltei
abr 13
Quanto tempo sem escrever….tá difícil ultimamente….ando meio desesperada com a facul – décimo e último semestre – TCC (to fazendo outro TCC, vê se pode!!), aulas, trabalho ( to fazendo um bico na CPTM de novo), casa….num sobra tempo pra muita coisas.
Na verdade ando sem muita inspiração…
Mês passado, fiz uma super viagem a Sengés – PR, bem na divisa com Sampa. Bom fui com uns amigos de maridón, e foi praticamente visitando canyons, fazendo trilhas, atravessando campos de pinheiros, milharais, eucaliptos, foi uma aventura muito gostosa. Vimos tanta natureza espetacular.

68 – Capital Inicial
fev 17
Comecei a gostar do Capital Inicial depois que assisti um documentário chamado Rock Brasília, que fala sobre as bandas que surgiram no Planalto Central. Até então, conhecia as músicas, mas não tinha aquele sentimento de fã.
Depois do documentário, baixei toda a discografia dele e foi AMOR o que surgiu, simplesmente.
Quando trabalhava lá na “Conchinchina” (vulgo Granja Vianna) passava muitas horas nos coletivos, então tinha tempo o suficiente para amadurecer essa paixão.
Até que vi que ia ter um show deles no Credicar Hall, e pedi a maridón, como presente de 2 anos de casamento, realizar esse sonho de ver o Dinho cantando “ao vivo”.
Não poderia ter tido presente melhor. Ele tem uma energia de palco sem igual. É um moleque num corpo de adulto. Super brincalhão, parecia que tinha encontrado um amigo de anos.
As músicas e as letras são lindas. Identifico-me com tantas. Principalmente as seguintes músicas:
Música urbana
Contras todos e contra ninguém
O vento quase sempre
Nunca tanto diz
Estou só esperando
O que vai acontecer
Belos e malditos
Belos e malditos
Culpados por viver
Num mundo feito de tédio
E cego para o poder
Tudo que vai
Hoje é o dia
Eu quase posso tocar o silêncio
A casa vazia
Só as coisas que você quis
Me fazem companhia
Eu fico à vontade com a sua ausência
Cai a noite
Cai a noite na cidade
Vinda de lugar nenhum
E o dia vai embora
Indo pra lugar nenhum
Não sentia fome
Não sentia frio
Sentado num canto
De um quarto vazio
Quando a chuva cai
Nas noites mais solitárias
Lembre-se que sempre
Estarei aqui
Não olhe pra trás
Nem tudo é como vc quer
Nem tudo pode ser perfeito
Pode ser fácil se você
Ver o mundo de outro jeito
Olhos vermelho (essa, ele não cantou!) x_x
Os velhos olhos vermelhos voltaram dessa vez
Com o mundo nas costas
E a cidade nos pés
Pra que sofrer se nada é pra sempre
Pra que chorar
Se nunca me vejo de frente
Parei de tentar e comecei a sentir
Nada como um dia após dia
E quando ele cantou Que país é este e Fátima, do Legião o povo ficou malucão.
Ele também cantou Should I stay or should I go do The Clash, foi DEMAIS!!!
Enfim, foi um show inesquecível, e nada como ficar na pista, pra poder sacolejar . Mas vou te dizer uma coisa: como o Credicard é pequeno e quente PELAMOR. O estacionamento (R$ 40,00) é um absurdo. E, o pior – É LONGE PRA CARAMBA!!
Enfim, AMEI o show e com certeza esse foi o primeiro de muitos que virão!

Na lojinha, comprando uma camiseta com caveira!!!
67 – Reminiscências
fev 3
Então, depois de fazer um monte de entrevistas de emprego, testes psicotécnicos, psicológicos e o escambau, cheguei à conclusão de que ou EU SOU MALUCA (13 – no dito popular), ou as pessoas é que são. Não é possível!! Bateu até um desânimo geral, pois eu não me acho uma pessoa, digamos – “limitada” – tenho muitas características interessantes, sou esforçada (não sou nerds), educadíssima, super discreta e profissional. Chega na parte dos testes psicotécnicos, psicológicos e entrevistas com o RH, aí não me chamam mais. Queria saber o segredo daqueles desenhos idiotas – de desenhar uma árvore, uma casa, e aqueles palitinhos que me irritam. Sei que fiz uma super casa bonitinha, no alto de um morro, com muro, árvores e plantas – a mina que tava do meu lado, fez uma casinha com três linhas, bem da época que eu cursava o pré. Num sei se isso realmente avalia a sua capacidade, sinceramente.
Acho que o meu problema é o eterno questionamento, pergunto as coisas, os detalhes, quanto paga…e parece que as pessoas não sabem (ou não querem) responder!
Já estava batendo um desespero da falta de grana limitar a minha vontade de ir e vir (e comprar), tem a facul, as contas, o meu note. Aí, como Deus é brasileiro, a minha amada República Federativa, depositou a minha tão amada (idolatrada, Salve, Salve) e esperada restituição do IR, fazendo com que eu não ficasse tão desamparada.
De repente, me ligam do meu penúltimo trabalho e perguntam se eu quero voltar. O ruim é que é além de temporário, como PJ. Logicamente aceitei de pronto, deixando claro que eu estou aberta a outras oportunidades que aparecerem…desde então, estou aqui e conciliando as coisas. Eu simplesmente adoro o lugar, as pessoas e trabalhar do lado de onde São Paulo começou, para mim, é uma honra. E todos os dias, eu desbravo as ruas, calçadões e ladeiras, procurando lugares legais para comer e observando a variedade de pessoas, de arquitetura (acho que, ao invés de engenheira, eu deveria ser arquiteta!). Esta semana, fui conhecer uma padoca na qual nunca tinha ouvido falar: a Padaria Santa Tereza, que é a mais antiga de Sampa, talvez até do Brasil, pois foi fundada em 1872. Não tem a imponência e o requinte de uma Confeitaria Colombo (Rio de Janeiro) ou o Café Tortoni (Buenos Aires), a decoração é de fotos antiqüíssimas de Sampa, um balcão gigante em forma de U, com cadeiras baixas e simples. Atendentes simpáticos e apressados em dar conta de tantos pedidos…um dos lanches famosos de lá é o sanduíche de pernil (bem gorduroso e temperado), não recomendo experimentá-lo de noite. Essa semana, desci a ladeira Porto Geral e fui almoçar no árabe mais gostoso do Centro o Jacob. Acredito que tenham inúmeros restaurantes com este nome (acho que já vi uns 3), mas este fica em uma paralela a 25 e tem uma kafta maravilhosa.
Bom, é isso, prometo voltar com mais freqüência!!
E amanhã, trilha em Bertioga com a turma da trilha..
Páteo do Colégio, upload feito originalmente por Peace_.
:: FELIZ ANIVERSÁRIO, SÃO PAULO!! ::
Hoje a minha cidade amada completa 458 anos e a imagem que para mim representa a cidade é o Páteo do Colégio. E não porque foi aqui que a cidade começou, e sim porque passar por lá só me traz lembranças boas, do trabalho, de amigos, de reencontros (e desencontros). Eu sou paulistana, mas também sou uma mistura de tantas outras culturas – meus pais são nordestinos, assim como grande parte dos habitantes de Sampa.
Apesar de muitas coisas que vejo por aqui e de que não gosto, a cidade oferece muita cultura, oportunidades, e é repleta de atrações. Uma das coisas de que mais gosto é sair e caminhar pelo meu amado centro velho, observando as pessoas, admirando construções que geralmente “passa em branco”. Eu paro no meio do viaduto do Chá e olho a paisagem sem pressa nenhuma, apenas admiração!!! Fico imaginando como era aqui anos atrás. Passo pelo Teatro Municipal e vejo tanta beleza. Ando pelas galerias e me recordo de minha infância, do Mappin, que era o “programa” que costumava fazer com o meu pai
(
Gosto de ver como as pessoas estão sempre apressadas all the time, e mal tem tempo para levantar e olhar a beleza (que existe) em volta. Eu nasci aqui e ainda considero Sampa um desbunde. Por tudo de bom que já vivi aqui.
Que eu possa passar muitos e muitos anos amando aqui!!!
Julho/Agosto – Foi a realização de um sonho, uma ROAD TRIP, para conhecer alguns países da América do Sul (ainda não escrevi sobre isso. SHAME ON ME!!). Ficamos 34 dias, rodamos 10.000 km. Conhecemos 4 países – Paraguai (não só Ciudad del Este, como todo mundo e que não representa em si o Paraguai), Argentina, Chile e Uruguai. Realizei alguns sonhos, como tirar uma foto com a Mafalda (uma das minhas personagens favoritas, depois do Charlie Brown), visitar o “taller” (atelier) de Villaró, conhecer Punta del Este, atravessar o Deserto do Atacama, visitar sítios arqueológicos, ver a neve em Vale Nevado (Chile), viajar no trem mais alto do mundo “Tren a las nubes” – subimos a 4.200m acima do nível do mar, enfim, foram tantos passeios, tantos momentos, alguns perrengues, mas o saldo final não poderia ter sido melhor, uma bagagem de conhecimentos e momentos que não tem preço!

Abraçando o espinho

Nunca passei tanto frio na minha vida

Setembro/Outubro – Com a mobilização de diversos setores amiguísticos, arrumei um emprego em outra cidade, perto de Sampa, mas que me dava uma mão-de-obra dos infernos entre ir e voltar e ainda ir pra facul. Maridón virou dono de casa, para mim não dava tempo de fazer nada além de trabalhar (e eventualmente ir pra facul). E teve o niver do loirão e fizemos uma festinha aqui no apê muito fofa, cheia de amigos queridos.
Novembro – Apenas trabalhando muito e aproveitando os finais de semana apenas para descansar. Mês do meu aniversário e como sempre AMO me presentear, comprei um super notebook, completíssimo (aliás, to digitando nele!). Tinha planejado fazer uma festinha bem estilosa, mas bateu desânimo e acabei não fazendo absolutamente nada.
Dezembro – Estava trabalhando na obra, pertinho de casa e feliz da vida, quando numa sexta-feira, sem nenhuma explicação ou justificativa convincente, fui dispensada. Não fiquei decepcionada, pois percebia a cada dia que aquela firma não era para mim, eu merecia coisa muito melhor ($$) e de acordo com o meu caráter. Fizemos uma festinha pra família do loirão aqui no salão de festas (chamamos de Pré-Natal) E, por enquanto, continuo nessa vida de dona de casa, agora, na companhia do meu-sobrinho-mais-lindo, que está passando uns dias aqui.
O meu balanço é de um ano bom: viajei pacas, vi a minha avozinha, conheci 4 países. Apenas no quesito profissional não foi muito bom, mas sei da minha capacidade e conhecimento e sei que tudo se ajeitará.
Resolvi fazer uma retrospectiva (acho que é a primeira vez que faço!). O ano resumiu-se em inúmeras viagens principalmente.
Janeiro – Passamos a virada do ano em Tibagi, no Paraná, fomos conhecer o 6º maior cânion do mundo, que fica dentro do Parque Estadual do Guartelá. Aproveitamos e fizemos trilhas com vistas MARA, e no primeiro dia do ano fomos jantar na casa da tia do guia- que era um cara super bacana, em uma típica casa de madeira do Sul do Brasil, e bem na borda do canyon, lindo. Conhecemos tanta gente legal, que acabamos até fazendo um rafting por lá, foi incrível.
Comemoramos 1 ano morando juntos – ganhei um anel de brilhantes ESCÂNDALO.
E para fechar o mês, aproveitamos um feriado aqui em Sampa (aniversário de São Paulo) e fomos ao Rio de Janeiro (cidade maravilhosa) que maridón não conhecia (na verdade, ele sempre ia a trabalho e nunca dava tempo de conhece-la). Andamos pela cidade de cabo a rabo, passamos um calor infernal, mas para mim o imperdível foi a Confeitaria Colombo, o forte de Copacabana, o bairro de Santa Tereza e o Jardim Botânico (e, claro, o Pão de Açúcar e o Corcovado).
Fevereiro /Março– Período super esperado (que rufem os tambores): AS MINHAS FÉRIAS!!. Viajamos na mesma sexta que saímos de férias, e fomos à Natal – alugamos um carro e percorremos quase todo o litoral, de São Miguel do Gostoso à Tibau do Sul. Passamos uns dias em Pipa (Tibau do Sul) que para mim é o paraíso na terra. Andamos um dia inteiro de jipe, vimos tantas falésias, tantas praias paradisíacas que não me saem da cabeça até hoje. E nem estou falando da pousada da Dona Riva, que lugar era aquele…uau! Depois fomos para Goiana em PE, visitar a minha avozinha (tem coisa mais gostosa neste mundo?), que saudades dela! Pegamos dois dias livres e fomos passear em João Pessoa, e acabamos alugando um carro para aproveitar mais, e como deu certo. João Pessoa é linda!!!
Chegando em Sampa, já saímos para passar 4 dias em Parati, RJ. Parati, com suas ruas de pedra, casinhas formosas e igrejas da época da colonização me transportaram no tempo. Fizemos um passeio de um dia de escuna e andamos um dia de jipe pela Estrada Real, além de visitarmos uma fazenda (Muricana) e tomarmos licores (e cafezinhos) artesanais tão gostosos.
Abril – Em abril, estava cumprindo aviso prévio – no final do mês, sairia da CPTM, no qual trabalhei por quase 2 anos e amava. Trabalhava no centro de Sampa, e todo mundo sabe o quanto eu amo o centro. Mas o mais importante é que só deixei pessoas queridas.
Nesse meio-tempo, fomos a cidade natal da minha sogra, Fernandópolis, interiorzão de Sampa, lá pras bandas de São José do Rio Preto.
Maio/Junho – Comecei o mês de maio desempregada, curtindo uma vibe de dona de casa, me dedicando apenas a facul (TCC) e às aulas de direção. Resolvi não procurar emprego porque planejava uma super-hiper-mega viagem dos sonhos com maridón.
63 – FELIZ NATAL
dez 25
Gostaria de desejar para todas as pessoas queridas que passam por aqui um FELIZ NATAL repleto de muita paz, saúde e felicidade. Não sei dizer (ainda) se este ano que já está terminando foi bom ou ruim, pelo menos (até agora) não perdi nenhum familiar. Isso já é um bom motivo para comemorar!!!
Enfim, tenho um marido maravilhoso, um cachorro que eu AMO de paixão, poucos amigos, mas que preenchem o meu coração, família pequeniníssima, mas cheia de agregados…hehehe.
Enfim, a única coisa que não tem remédio mesmo é a saudade que sinto de meus pais!!!
Que todos possam comemorar esta data ao lado das pessoas que amamos.
Beijinhos e até mais!
62 – Retornando
dez 22

No trabalho, depois de quase 3 meses, fui mandada embora e até agora não sei o porquê, pq ninguém me passou um feedback, e olha que durante esses quase 3 meses, recebi 2 propostas de trabalho, fiz bastante hora extra, mas como eu estava registrada e “imaginando” que estava tudo bom, recusei. E olha que as ofertas eram moooito melhores do que onde estava trabalhando. Por incrível que pareça, não fiquei tão chateada, primeiro pq o trabalho era em outra cidade, o que fazia com que eu acordasse e dormisse apenas para trabalhar, segundo o meu salário havia baixado horrores e terceira, não tinha nenhum benefício, e eu tenho que me valorizar mais, topei o emprego na primeira entrevista. Agora, vou procurar trabalho com muita calma e muito mais critérios.
Por incrível que pareça, não estou achando tão ruim ficar em casa (pelo menos, até acabar o dinheiro!!! Hehehe) e agora quero aproveitar o clima natalino, visitar museus, ir ao cinema e tals.
Não consegui me formar agora no final do ano, isso foi a coisa que me deixou mais p*&% da vida nesse mundo, fazer um semestre cursando uma matéria é fim de carreira né? A maioria dos meus amigos se formaram agora, e isso me dá uma dorzinha no coração!!!
Fiz um almoço em comemoração ao meu aniversário aqui em casa e uma festinha pré-natal também, acho que estou virando boa anfitriã!!!

Meu sobrinho-mais-lindo-deste-mundo está passando uns dias aqui, então estou cuidando dele, da casa, do Charlie e do maridón, e como essas funções de babá, dog-sitter, esposa e dona de casa têm roubado o meu tempo!! Não estou reclamando não, ao contrário, eu amo cuidar deles, mas cansa muito mais do que trabalhar fora!!! Hahahahaha
Sái para fotografar o centro e peguei o Crepúsculo, a foto saiu divina!!

FELIZ NATAL para todos!!!
61 – FEELINGS
nov 15
Dizem que a gente nunca enxerga (ou demora muito para enxergar) os nossos próprios defeitos, geralmente o mundo gira em torno do nosso umbigo. Acho que a maturidade nos traz um pouco de discernimento e auto-confiança. A parte chata de crescer consiste em tomar atitudes que visem a um bem comum – característica que sempre fez parte de mim, como respeitar as leis de trânsito, nunca furar fila, nunca bancar o “espertão” e principalmente SEMPRE me colocar no lugar da pessoa. Nesta semana, tive boas oportunidades de passar para “o lado negro da força”. Fui a Tok Stok comprar pufes, o caixa esqueceu-se de registrar um pufe no valor de R$ 100,00 (na verdade ele registrou, mas não saiu na nota fiscal). Imediatamente fomos até ele e o avisamos que não havia sido registrado o pufe. O rapazinho me agradeceu tanto que até fiquei um pouco sem graça. Em nenhum momento pensei em me aproveitar da situação ou “deixar quieto”. Hoje, na banca perto do trabalho, tinha R$ 15,00 no chão e o pessoal da banca achando que o dinheiro era meu. Peguei o dinheiro e disse que não era meu simplesmente. Não consigo ser cara de pau , e se eu tentar mentir, eu mesma me denunciarei pelo rosto. As vezes penso em ser malandra, mas fui criada assim, fazer o que??
Bom, mudando de assunto, acho que não tinha comentado por aqui que estava trabalhando ja faz um tempinho. O problema é que fica em outra cidade e sou obrigada a passar 4h30 do meu precioso e escasso tempo entre trem e 2 ônibus. Isto está me desgastando demais. Fora que mal tenho tempo pra curtir maridón e Charlão. Por enquanto, vou levando, mas que isto está me cansado, está.
Aniversário chegando e eu (ainda) em dúvida se comemoro ou não. Como eu sou uma montanha russa, às vezes quero comemorar e outras (tantas) vezes não. Pelo menos o meu super-mega-blaster presente deste ano já foi encomendado e estou super ansiosa para que chegue.
E por último, estou tentando (re) começar a correr. Quando a gente chega ao ponto em que as suas roupas NÃO ENTRAM, é pq vc não está com um ou dois quilos a mais, é pq vc extrapolou o limite de “engorda”. Hehehehe.
Vamos ver no que isso vai dar!!
P.S. O meu presente acabou de chegar!!!




